terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Special unspoken without sound,


Here's to you, here's to me
On to us, nobody knows
Nobody sees, nobody but me

domingo, 24 de outubro de 2010

Dear lover,


Long where the nights
When the days once revolved around you
Counting my footsteps,
Prayin' the floor won't fall through , again
My mother accused me of losing my mind
But I swore I was fine.

You paint me a blue sky and I go black
And turn it ro rain
And I lived in your chess game
But you changed the rules everyday
Wonderin' which version of you
I might get on the phone tonight
Well I stop pickin' up
And this song is to let you know why

(...)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Kiss my eyes and lay me to sleep



I'm a bad boy 'cause I don't even miss her
I'm a bad boy for breaking her heart

Cada vez tem sido mais difícil deitar cá para fora o que resta para dizer. Quando pensamos que já não há cá nada que expressar surpreende-mo-nos com as partidas que o coração nos faz. Ontem podia jurar que te tinha nos braços novamente, eu sei, soa a repetição e cliché mas era tão real. Podia jurar que podia percorrer os meus dedos pela tua pele delicadamente e que o silêncio nos envolvia deliciosamente e que os teus beijos estavam cada vez mais ternurentos. Eu era tua e conseguia sentir que desta vez tu eras meu, não em parte, mas na totalidade e só meu. Não eram precisas palavras para o dizer; apenas gestos, acções, actos…
Beijaste-me os olhos e sorriste-me como sabes que eu gosto, eu deixei que encostasses a tua boca ao meu ouvido, o quarto continuava mudo mas não é verdade que nos entendemos melhor quando murmuramos baixinho um para o outro?
De dedos entrelaçados, olhares presos e narizes a tocar um no outro eu quebrei o silêncio enquanto tu, com a mão livre a me afagavas o cabelo cheio de nós, corri o risco de perder o momento, de deixar escapá-lo, mas eu disse, mesmo sabendo que não acreditavas que pudesse ser possível porque tu nunca compreendeste estas minhas coisas, eu disse-te, bem baixinho, para que prestasses atenção a cada sílaba “é impossível alguém amar como eu te amo”.
Tu olhaste-me nos olhos, passaste a tua mão pela minha cara como costumavas fazer quando me vias na escola, “eu sei e estou pronto a amar-te de volta”, as palavras exactas saíram-te da boca e eu não consegui evitar deixar cair uma lágrima, aquela minha triste figura que estavas tão habituado a contemplar, mas desta vez tinha um brilho diferente, eu chorava de felicidade.

(...)

O sol irrompeu pela janela do meu quarto e os meus olhos entreabriram-se a medo da claridade da manhã. Flashes sucessivos inundaram a minha cabeça, a tua cara, as tuas mãos, até o teu cheiro eu jurava que podia sentir mas tu não estavas ali. Já um sábio filósofo dizia “as palavras mentem, as imagens enganam” e eu, eu fui mais uma vez enganada pelas memórias que geram histórias e me deixam no cúmulo da felicidade quando estou inconsciente mas tudo acaba no momento em que a noite acaba também e os olhos se abrem. Pudesse eu usufruir dos meus sonhos…

When you're dreaming with a broken heart
The waking up is the hardest part