domingo, 11 de abril de 2010

such a beautiful disaster

He's soft to the touch, but frayed at the ends he breaks, he's never enough and still he's more than I can take.

domingo, 21 de março de 2010

You speak to me in words, I look at you with feelings

Nunca fomos daquelas pessoas que acabavam intuitivamente as frases um do outro, nem que caminhavam de mão dada e faziam juras de amor eterno, não construímos uma vida juntos mas eu fiz dos nossos momentos uma história. Sei que te amo porque quando olho para ti esqueço-me que existo, esqueço-me do mundo que me envolve e durante instantes tu prevaleces como a minha única razão. Sei que te amo porque o cheiro que predomina na tua pele anula o ar irrespirável à minha volta. Sei, também, que te amo porque quando não estás eu caio. Caio, com muita força, e nada nem ninguém me consegue levantar.
Fico caída na esperança de um sinal teu, mas tu não vens. Tu não vens porque não consegues pegar na minha mão e murmurar-me as palavras, mas será que não queres?
Tu falas comigo em palavras, eu olho para ti com sentimentos. Abraças o meu frágil corpo mesmo sabendo o que isso irá destruir horas mais tarde, e eu deixo, deixo porque olho para ti e vejo que se ainda permaneces no meu coração é porque és o homem que me enche os olhos de brilho a cada palavra, cada toque (…)
Tu, como ninguém, sabes a falta que me vais fazer quando partires; não finjas que nunca o percebeste, não finjas que nunca o soubeste. Não finjas que não sentes as minhas mãos a tremer de amor e de mágoa cada vez que os nossos corpos estão (tão) próximos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

(...) e eu disse-lhe em segredo: não partas nunca mais

Parece que foi ontem que anunciaste a tua partida, porque foi quase ontem que anunciaste que ias partir de novo; não da mesma maneira mas a minha pele sentiu-o com a mesma intensidade, como se me estivesses a arrancar um penso, assim, sem anestesia.
Vais partir (outra vez) e eu vou ficar, não posso ir contigo porque isso ainda não está escrito nas palmas das nossas mãos, e eu vou-te perder para sempre. Não sei se possa dizer que te vou perder porque para perder há que admitir que alguma vez se teve, e tu, tu tiveste o meu coração nas mãos mas eu não sei se alguma vez tive o teu porque quem ama como eu amo, quem gosta como eu gosto, não deixa, não magoa e não mente. Tu cometeste estas três quebras mas eu não deixei de te querer mais por isso.
E agora, agora tu vais. Tu vais, eu fico, na incerteza se alguma vez ficaríamos no mesmo barco, na esperança que te lembres de mim e me guardes como alguém que valeu a pena.
Porque tu vales a pena. Tu vales o mundo.
Uma coisa eu sei, eu amo-te como nunca amei ninguém.
(Não vás, por favor!) "You will always be my thunder"